Natal em Sierra Nevada

Natal em Sierra Nevada

Passar o Natal com neve era um sonho antigo que eu ainda não havia realizado e, em dezembro de 2025, finalmente aconteceu! No post de hoje eu conto como foi nosso primeiro “White Christmas”, nosso Natal em Sierra Nevada, Granada, Espanha. 

 

Natal em Sierra Nevada

Distância entre Cascais e a Sierra Nevada

Onde fica a Sierra Nevada

A Sierra Nevada fica localizada em Granada, no sul da Espanha, em plena Andaluzia. É um maciço montanhoso, pertencente à cordilheira Penibética, que se estende pela zona centro-sudeste da província de Granada e parte do sudoeste da província de Almeria. Em 1986 foi declarada Reserva da biosfera pela UNESCO e é o maciço montanhoso de maior altitude da Europa depois do Cáucaso e dos Alpes. É o teto da Península Ibérica, sendo o topo o pico Mulhacén, de 3 482 m. Nos dias claros é possível ver o mar desde a estação de ski, o que torna a localização da Sierra Nevada ainda mais incrível. 

Interessante que pouca gente sabe que no sul da Espanha, um lugar conhecido por suas praias e muito calor, tenha uma montanha tão alta com estação de esqui, onde neva, e muito, no inverno!

Saindo de Cascais, percorremos cerca de 770 km até nosso apartamento na vila de Pradellano, Monachil. Optamos pelo caminho do centro ao invés de irmos pelo Algarve e o motivo é simples, indo pelo Alentejo temos mais opções de paradas estratégicas. O Alentejo é muito bem servido pela rede Colibri de restaurantes, que são muito confortáveis para ir ao banheiro, tomar um café e até comer algo.

 

Natal em Sierra Nevada

Dicas úteis para quem vai à Sierra Nevada

As máquinas que tiram a neve das ruas e a quantidade de neve que caiu (foto do meio)

As modalidades de proteção (correntes e mantas). Vimos vários tipos…

10 coisas a saber antes de ir

Visitar a Sierra Nevada no inverno requer alguns preparativos muito importantes, especialmente para pessoas inexperientes na neve, como nós. Tivemos um perrengue bem grande logo na chegada, e vou contar com detalhes nossa experiência pois pode ajudar você também. No próximo post eu vou detalhar a questão do Ski, mas deixo abaixo (O que fazer em Sierra Nevada) algumas dicas:

  1. 1. ZBE: Granada é uma cidade enorme e, atualmente, possui uma extensa Zona de Baixas Emissões (ZBE), que abrange grande parte do centro da cidade e se estende para o leste, restringindo o acesso a veículos sem o adesivo ambiental da DGT (Zero, Eco, C, B) e àqueles não registrados como residentes de Granada, especialmente desde outubro de 2025, quando as multas foram aumentadas para melhorar a qualidade do ar, com procedimentos específicos para alguns veículos sem adesivo, veículos mais antigos ou pertencentes a trabalhadores essenciais. Saindo de Portugal, pesquise “Código ZBE” para a cidade (ex: Granada, Madrid, ..) e registre a matrícula estrangeira online. Sevocê utiliza o Waze e tem o Via Verde, parece que eles incorporaram o registro. Como nós não entramos em Granada eu não cheguei a verificar, mas fica a dica.
  2. 2. Nós optamos por não visitar Granada (já conhecíamos), mas fizemos uma parada em um povoado chamado Cenes de la Vega, mesmo ao pé da montanha, para alugar as correntes para os pneus, ítem obrigatório caso você vá percorrer caminhos onde há gelo na estrada (acontece quando neva). Eu não queria comprar as correntes, então pesquisei e gostei desta opção de aluguel. Fiz reserva através do email e retiramos no local, depois de uma breve aula de como colocar as correntes. Para quem quiser, o contato é o David, na Snow City Adventure. É importante saber o tamanho certo do pneu para fazer a reserva. Sobre nossa experiência em colocar as correntes, conto mais detalhes abaixo no post.
  3. 3. Escolha muito bem a sua hospedagem, caso você opte por dormir na montanha. Além do frio intenso, que requer aquecimento obrigatório, veja muito bem a questão do estacionamento. Evite estacionamento de rua, pois você corre o risco de ficar literalmente atolado na neve, precisando de uma pá, correntes de pneus e toda a sorte de inconvenientes caso não saiba como proceder. Pense nos vidros com gelo, nos limpadores de parabrisa grudados, no chão congelado, etc, etc… uma garagem coberta é garantia de tranquilidade e conforto. Mas mesmo assim, verifique a localização da garagem. Caso ela tenha uma rampa de acesso que fique na rua, também pode ser um perrengue, pois os pneus patinam no chão congelado e a prefeitura não limpa os acessos, somente a rua. Vá preparado, como garantia. Leve as correntes e uma pá de neve (alugue se for o caso).
  4. 4. Como é a estrada: O caminho entre Granada e a vila onde fica a estação de ski é magnífico. Em dias de sol, sem gelo na pista, leva-se cerca de 30 minutos sem tráfego. A montanha é íngreme mas a estrada é ótima, segura e é bem tranquilo. O problema é quando neva… daí a coisa complica.
  5. 5. O que vestir: No inverno o frio é muito intenso. Nós pegamos -13ºC, para terem uma ideia. Tivemos muita sorte pois não ventou nenhum dia da nossa visita. Quando venta é a treva… portanto leve roupas adequadas ao frio intenso. Vista-se em camadas, com roupas térmicas/polares como primeira camada. Fleece ou lã grossa (ou cashemere/merino) na segunda camada (inclusive embaixo das calças) e um casaco muito quente e impermeável. Botas impermeáveis e quentes são fundamentais, assim como as luvas (também impermeáveis). A neve molha muito, não se engane. Nós optamos por levar protetor de pescoço e nariz e foi maravilhoso, além das toucas quentes.
  6. 6. Tenha um plano B à mão caso não consiga subir a montanha logo que chegar (aconteceu com a gente). Cenes de la Vega e Pinos Genil são povoados bem ao pé da montanha que oferecem hospedagem barata e fácil (simples mas honestas) para quem precisar como alternativa, sem precisar entrar em Granada.
  7. 7. Se puder, compre sua comida antes de subir a montanha. Em Cenes de la Vega tem um mercado grande (Covirã) e bom para abastecer a despensa, caso você opte por cozinhar. Eu comprei tudo antes de subir e economizei horrores. Restaurantes lá em cima são bem caros e concorridos, assim como os mercados. Também levei lanches de casa, caso houvesse qualquer contratempo (levei empanadas de frango e queijo e burritos), além de um verdadeiro picnic para a viagem, com biscoitos, chocolates, frutos secos e frutas desidratadas. Alguns items também levei de casa como café, mistura para chocolate quente, chás, biscoitos de gengibre, whey protein, aveia e polvilho. Foi ótimo, fizemos as 3 refeições sempre em casa, inclusive a ceia de Natal e, assim, além de estarmos quentinhos e confortáveis, economizamos muito.
  8. 8. O vilarejo fica espalhado pela encosta da montanha, ou seja, a não ser que você se hospede mesmo no centro da vila, para ir e vir vai ser montanha acima/abaixo. Mas calma, que tudo tem jeito. Para descer é fácil, todo santo ajuda. Nosso apartamento era mesmo lá no alto, na Calle del Torcal e levamos cerca de 15 mins para descer andando até a Plaza Andalucia, no centrinho. Há algumas escadinhas que cortam caminho e ajudam bastante. Já para subir, não recomendo. Lembre-se que estamos a 3500m de altitude e tudo cansa mais.
  9. 9. Muito importante e conveniente, o vilarejo oferece um serviço de micro-ônibus que percorre toda a cidade e custa 5€ para 5 viagens, ou 1,20€ para 1 viagem. A parada inicial é no centro da vila, em frente ao Hotel Meliã e ele sobe a montanha até a entrada do Albergue da Juventude (Aparcamiente Los Peñones). Ou seja, se você vai passar o dia, não precisa gastar 20€ no estacionamento no centro da vila. Pode deixar lá em cima e descer (e subir depois) de micro-ônibus. O serviço funciona por solicitação, ou seja, você pode pedir para o motorista parar onde você quiser tanto para subir quanto para descer. O único ponto fixo é a parada em frente ao hotel Meliã.
  10. 10. Outra forma de descer/subir é através das Telesillas, um serviço de teleférico que faz o trajeto de forma cênica e linda (especialmente na descida). É mais caro, mas vale pela experiência. O bilhete por trecho custa 8€ e compra-se na máquina na casinha ao lado da entrada do teleférico, com €€ ou cartão de crédito.
Natal em Sierra Nevada

Vilarejo de Pradollano

Neve na estrada e o perrengue das correntes nos pneus

O Perrengue da chegada

Pois é, perrengues acontecem não é? Na hora a gente se chateia, se incomoda, mas a verdade é que depois que tudo dá certo vira história e a gente nunca mais esquece. Uma lição pra vida e um ótimo aprendizado… no nosso caso não foi diferente. Apesar de tudo planejado no detalhe, tem coisas que simplesmente fogem ao nosso controle. Ter flexibilidade e sangue frio ajuda muito nessas horas e vou contar agora o que aconteceu.

Chegamos no final da tarde à loja de aluguel de correntes, conforme o planejado, depois de 8 horas de viagem. O marido desceu do carro, foi até a loja, assistiu a demonstração de como colocar as correntes e, enquanto isso, eu e Manoela fomos ao mercado comprar comida. Logo depois, começamos a subir a montanha. Andamos uns 8-10km e começou a nevar forte. Chegamos até uma barreira policial que não deixava subir a montanha sem as correntes nos pneus. Sem ter o que fazer, paramos em frente a um hotel da estrada, em frente a barreira policial e o marido começou a tentar. Juro que tentou por quase uma hora. A neve caía impiedosamente, fazia um frio de rachar, marido ao relento, tentando e nada de conseguir. Fazia -5ºC e não parava de nevar… um horror. Depois de muito tempo (e não somente nós, muitos carros na mesma situação) um rapaz aproximou-se de nós e ofereceu ajuda (por 20€) para colocar as correntes. Topamos na hora, claro. Levou 3 minutos e já estávamos com tudo certo para começar a subir. 

Andamos exatos 7 km quando uma das correntes soltou. Ouvimos o barulho e logo um carro que vinha na direção contrária parou e apontou a corrente pendurada. Daí o perrengue foi forte. Não conseguimos recolocar. Resumindo a ópera, a outra corrente também partiu (ambas estavam mal colocadas) e não houve jeito. Foi preciso retornar (estávamos exatamente no meio do caminho), faltavam 15km até o topo.

Mas o pior ainda estava por vir… virar o carro na estrada foi um pesadelo e imaginem descer a montanha, sem correntes nos pneus e com a pista totalmente congelada. O freios a milhão. Em algumas ocasiões o carro chegou a deslizar na pista :-(. Foi a treva… levamos quase 2h para descer 15 km, o marido (e nós) estressadíssimos. Imagina ele, que ainda tinha dirigido umas 6h (eu dirigi também em alguns trechos) e ficado ao relento tentando colocar as correntes… enfim, foi um horror!

Mas afinal, depois de tanto estresse, voltamos à loja, explicamos a situação e devolvemos as correntes. Eles cobram a caução que, neste caso, não devolveram, claro. Afinal foi nossa responsabilidade (não ter sabido como colocá-las e ainda depois termos “terceirizado” para alguém que também não colocou direito). 

 

Hotel Labella María em Pinos Genil

Afinal decidimos pernoitar por ali perto (reservei um hotelzinho simples e barato (90€ para 4 pessoas, com estacionamento) na hora, pelo Booking), fizemos outra reserva para correntes no dia seguinte (a previsão era de sol, tempo bom, mas não sabíamos na volta), tivemos outra aula de como colocar as correntes (desta vez eu assisti também) e, no dia seguinte, fomos novamente. E deu tudo certo! O dia estava perfeito, lindo, ensolarado, a estrada estava maravilhosa e enfim, tudo terminou muito bem.

 

Com sol a estrada é maravilhosa!

O que eu faria diferente?

Com a previsão de neve, nem teria tentado subir a montanha. Para quem tem experiência, sabe como fazer, colocar as correntes é fácil. Foi nossa primeira vez e deu tudo errado. Numa próxima vez eu não arriscaria. Ou seja, tentaria colocar, claro, mas se não desse certo, eu daria meia volta e subiria no dia seguinte com sol (sem o estresse). Claro que essa decisão implica em €€ gastos a mais, mas dinheiro também serve para isso: resolver problemas e minimizar o estresse.

Como o tempo muda muito rapidamente na montanha, tem que ficar atento e ir acompanhando. As vezes é questão de 2 ou 3 horas e já está resolvido. Como mencionei acima, as máquinas ficam o dia inteiro pra cima e para baixo limpando as estradas. Quando neva muito é que não tem jeito, o chão congela mesmo…

Natal em Sierra Nevada

Alugamos um apartamento de temporada pelo Booking

Nosso apartamento na Sierra Nevada

Optamos por alugar um apartamento de temporada pois queríamos ter flexibilidade de cozinhar e ficar curtindo o apartamento e eu amei a experiência. Como mencionei acima, estacionamos o carro e só usamos novamente no dia da partida. Ficamos bem no alto da vila, mas isso não foi nenhum problema. A vista da varanda era espetacular e era possível ver as montanhas desde a sala e do nosso quarto. O apartamento era um quarto e sala, com sofá cama de casal na sala, bem confortável e quentinho. Era possível regular a temperatura conforme nosso gosto e a cozinha era equipada com tudo o que precisamos durante nossa estadia. O banheiro era muito bom, bem quentinho e confrtável também. Eu voltaria lá sem dúvida alguma.

 

Natal em Sierra Nevada

Foram 5 dias muito bem passados!

Curtindo muito a neve

Cenas de filme

O que fazer na Sierra Nevada

1 – Curtir a cidade

Passear ao redor da Plaza de Andalucia, brincar na neve, se você tem crianças, do lado direito das telecabinas que sobem até a estação de ski tem um playgroud para os pequenos, cheio de neve. Tem vendedores almbulantes vendendo “skibunda” e outros apetrechos que fazem o delírio da meninada. Dá para fazer boneco de neve (lembre de comprar uma cenoura para colocar no nariz, leve uma touca extra e um cachecol!). Tem um sem número de cafés e restaurantes, alguns com vistas deslumbrantes para o vale e para as montanhas.

Telesilla Parador – imperdível

2 – Andar do Teleférico (Telesilla Parador)

Mencionei acima, mas vale comentar novamente. Tem um teleférico que liga a parte baixa à parte alta da vila e o passeio é lindíssimo quando tem sol. Dá para comprar o bilhete de 1 trecho (subida ou descida) ou ambos os trechos (8€ por trecho). Descer é mais bonito, já aviso!

Muita neve no Natal em Sierra Nevada

3 – Brincar muito na neve

Já na chegada você vai ver imensos espaços nevados, onde os carros param no acostamento para as crianças brincarem e as pessoas tirarem fotos. Dá pra curtir muito por ali.

4 – Visitar a Hoya de la Mora

É um ponto turístico bem no alto da montanha, com bastante espaço ao ar livre para fotos lindas e brincadeiras na neve. Nós não fomos por que  a estrada para lá estava cortada por conta do excesso de neve, mas vi fotos e achei lindo.

 

Subindo para a Estação de ski

5 – Subir até a estação de esqui (para esquiar ou não)

Mesmo sem esquiar, vale muito a pena. O lugar é lindíssimo, só o passeio de gôndola até lá já compensa. A Estação é muito organizada, foi bem tranquilo de ir. Chegando lá em cima há restaurantes, lojinhas, banheiros e, claro, muita neve. Para subir até a estação você vai precisar de um passe de ski (chamado Forfait) ou um passe de pedestre (Passe/Ticket de Peatón). Existe Forfait para 1 dia, para meio dia (a partir das 13h) e para mais dias seguidos. Dependendo de quantas vezes você vai subir pode compensar comprar o de mais dias. Você pode subir e descer quantas vezes quiser com o Forfait do dia. Também é bom saber que quem esquia pode escolher qual das telecabinas utilizar (são duas que sobem até a estação: A Borreguilles e a Al-Andalus), mas quem não esquia, só pode utilizar a Al-Andalus. No nosso caso, a Juju fez a aula de ski então fomos todos juntos na Al Andalus. Vou deixar mais abaixo mais informações.

6 – Fazer uma aula de ski

Se você nunca esquiou na vida (ou esquiou pouco), pode considerar fazer uma aula. Existem diversas escolas lá na Plaza de Andalucia mesmo. Os preços não variam muito lá em cima, mas se você quer economizar pesquise antes de subir. O mesmo lugar que indiquei acima para correntes também aluga as roupas e equipamentes, agencia aulas e até transporte. Pesquise antes por que pode compensar. Nós fizemos com uma agência chamada Happy Ski, cujo escritório fica na entrada da telecabine, bem na praça. Eles tem convênio com uma loja de equipamentos (10% de desconto). Pagamos 60€ por uma hora de aula, mais 33,50 pelo equipamento (botas, esqui, varetas, capacete e óculos). Eu tinha a roupa e as luvas, então não precisamos alugar. Mas se precisar, eles tem também. Mais detalhes no próximo post!

Curtindo o Dolce far Niente

7 – Não fazer nada, só curtir o apartamento e a paisagem

Este é auto explicativo, mas eu quero comentar o quanto fazer isso me fez bem… simplesmente contemplar a paisagem, do conforto do apartamento. Curtir a neve caindo, o sol se pondo, a beleza da montanha coberta de neve, o barulhinho do gelo derretendo nos dias de sol… tomar um vinho, um chocolate quente, um café na companhia da minha família, jogando cartas, ouvindo música, lendo um livro ou mesmo sozinha na varanda… foram momentos de encantamento e reflexão, um natal branco, uma pausa no final do ano, muito bem-vinda e muito apreciada. Saí da Sierra Nevada com o coração transbordando de gratidão, os olhos repletos de paisagens deslumbrantes e de memórias que vão ficar para sempre. Foram 5 dias somente, mas valeram cada segundo!

 

 

Sierra Nevada, obrigada por um Natal inesquecível! Com certeza voltaremos 🙂

No próximo post eu conto como foi a experiência do ski.

Beijinhos e até já!

 

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Sobre o Autor : Claudia Bins

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